terça-feira, 27 de julho de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Retrats: um olhar diferente no tratamento da esquizofrenia
Depois de entrar em vários hospitais psiquiátricos afetado pela esquizofrenia, Lluís Grace descobre a pintura como um instrumento para lidar com sua doença. Desde então, trabalha com várias associações para desenvolver as suas próprias oficinas de pintura com outros pacientes, compartilhando suas experiências. Retrats segue uma dessas oficinas, e a evolução pessoal e artística de nove desses pacientes.
Retrats não está procurando uma abordagem científica para a esquizofrenia. Dá destaque ao povo e não a doença. É uma perspectiva positiva, uma visão que mostra a ilusão das pessoas que estão lutando para encontrar uma solução e superar a doença.
O filme segue a história de nove pessoas (Lluís Gràcia, o professor, Elizabeth, Pilar, Jordi, Cati, Carles, Antonia e James) que buscam voltar ao "normal" depois de muitos anos vivendo com a doença.
Retrats fica longe da visão estigmatizada da doença, evitando a escuridão que sempre ocorre na esquizofrenia e nas pessoas que dela sofrem. Concentra-se na recuperação e no difícil processo de reconstrução, e não na queda.
Retrats: um olhar diferente no tratamento da esquizofrenia
Os personagens de Retrats querem dar um valor artístico de seu trabalho. Nesse sentido, o filme termina com uma exposição do trabalho realizado, com membros da família e do público em geral podendo participar desta visão
Em paralelo, há um diferente olhar do dia-a-dia dos personagens. Todos os personagens são os usuários de Retrats AREP (Associação de Reabilitação de Doentes Mentais). A parceria é liderada pela psicóloga Joana Salle, um dos protagonistas do documentário. Na associação faz-se todos os tipos de atividades, estas destinadas a reforçar a reconstrução: debates em curso, aulas de jardinagem, a ciência da computação, ou uma oficina de trabalho.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
Menino consegue ter 'vida normal' após retirada de metade de seu cérebro.
Um menino americano de 5 anos que teve o lado direito de seu cérebro totalmente removido em uma cirurgia está conseguindo ter uma vida praticamente normal, segundo seus pais.
Tyler Plotkin tinha apenas 1 ano e 3 meses quando foi submetido a uma hemisferectomia - como é conhecida esta cirurgia - por sofrer de um caso gravíssimo de epilepsia.
O caso veio à tona recentemente quando os pais do menino, Erik e Heather, o divulgaram para chamar a atenção para a doença neste Mês da Epilepsia nos Estados Unidos.
"'Hemisferectomia' é uma palavra que nenhum pai ou mãe deveria ouvir em suas vidas, e a ideia de ver removido o lado direito inteiro do cérebro de seu bebê foi muito mais que amedrontadora", diss Erik Plotkin no site da Tyler Foundation, criada por ele e a mulher.
Terapias
Tyler tinha apenas três semanas de vida quando foi diagnosticado com epilepsia, a terceira maior doença neurológica nos Estados Unidos, segundo a revista Neurology.
Após meses de tentativas com remédios e uma dieta especial, o menino ainda sofria mais de cem ataques por dia, o que levou seus médicos a optarem pela cirurgia.
Mesmo assim, algumas semanas após a operação, em um hospital de Boston, o menino apresentou sintomas de hidrocefalia, com fluido cerebrospinal ocupando a cavidade onde estava o lado direito de seu cérebro. O problema foi solucionado com a implantação de um dreno em seu crânio, onde deverá permanecer pelo resto da vida de Tyler.
Apoiado por sessões de fisioterapia, terapia ocupacional, fonoterapia e hipoterapia (com a ajuda de cavalos), além de ter sido submetido a outras 18 cirurgias, ele hoje vive uma vida praticamente normal.
"Nós agora curtimos nosso filho da mesma maneira que os pais de crianças saudáveis", disse Erik.
Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2009/11/091116_meninocerebroml.shtml
terça-feira, 25 de maio de 2010
Unila define seis primeiros cursos de graduação

De acordo com a filosofia da universidade de promover formação inovadora voltada à integração regional, a Unila iniciará a graduação com os seguintes cursos (todos com 50 vagas cada):
- Ciências biológicas: ecologia e biodiversidade (manhã)
- Relações internacionais e integração (tarde)
- Economia, integração e desenvolvimento (noite)
- Sociedade, estado e política na América Latina (tarde)
- Engenharia ambiental de energias renováveis (manhã)
- Engenharia civil de infraestrutura (manhã)
Na primeira convocatória de estudantes, as vagas estão abertas para alunos dos países do Mercosul. "Diante do prazo extremamente curto para seleção de alunos estrangeiros, fizemos duas opções. Nos restringimos a alunos dos países do Mercosul para depois ampliarmos progressivamente o recrutamento. E adotamos, em articulação com os ministérios de Educação dos respectivos países, os alunos serão selecionados por seu desempenho no ensino médio, segundo as diferentes áreas de conhecimento dos cursos a serem oferecidos", explica Hélgio Trindade.
Os estudantes brasileiros serão selecionados pelo Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2009. Assim, candidatos do Brasil que queiram estudar na Unila deverão se inscrever pelo Sisu.
Conforme previsão do Ministério da Educação, a data de inscrição do Sisu será de 10 a 14 de junho em fase única.
Criada em janeiro deste ano, a Unila tem sede em Foz do Iguaçu. A UFPR atua como instituição tutora da nova universidade.
Fernando César Oliveira, com informações da assessoria da Unila
Fonte: http://www.ufpr.br/adm/templates/index.php?template=2&Cod=6366


